25 anos após 11 de Setembro, EUA temem terroristas domésticos mais do que estrangeiros

Cena do documentário '11/09 - A Vida Sob Ataque' (BBC/Globoplay/Reprodução)

Legado do atentado da Al-Qaeda contra Torres Gêmeas é forte, mas agora americanos se preocupam mais com ameaças internas e extremistas na vizinhança

Dias antes do aniversário de 25 anos do atentado de 11 de Setembro, quando terroristas da Al-Qaeda derrubaram as Torres Gêmeas, em Nova York, uma pesquisa Reuters/Ipsos revelou, nesta terça-feira, 8, que hoje os americanos têm mais medo de conterrâneos extremistas do que de grupos estrangeiros.

Questionados sobre a maior ameaça à segurança do cidadão comum, 33% dos entrevistados responderam

“terrorismo doméstico”, treze pontos percentuais à frente dos preocupados com terrorismo estrangeiro (20%). Outros 42% indicaram que o perigo mais grave vem de atos aleatórios de violência, como massacres em escolas.

Quando perguntados, especificamente, sobre o tamanho da ameaça de atentados motivados por ideologia, a diferença sobe: 61% disseram que extremistas domésticos são mais perigosos, contra 34% que escolheram aqueles vindos do exterior.

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